Um adolescente de 14 anos, identificado como Carlos Everaldo Santos de Jesus, está desaparecido desde a manhã de segunda-feira, 26 de fevereiro, e a situação tem causado apreensão entre familiares e moradores da Zona Norte de Aracaju. O jovem saiu de casa por volta das primeiras horas do dia, no bairro Lamarão, e, desde então, não foi mais visto pelos parentes.
A Delegacia Especial de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (DEACAV), unidade da Polícia Civil de Sergipe, conduz a investigação. Segundo a corporação, câmeras de monitoramento instaladas na região confirmam a saída de Carlos Everaldo de sua residência naquela manhã, mas, até o momento, não há registros de seu retorno.
Assim que perceberam a ausência prolongada do garoto, os familiares iniciaram buscas por conta própria, recorrendo a vizinhos, amigos e estabelecimentos comerciais em busca de informações. Sem sucesso nos primeiros esforços, eles procuraram as autoridades para oficializar o desaparecimento e solicitar apoio institucional.
De acordo com os investigadores, os levantamentos preliminares indicam que o adolescente teria sido avistado em diferentes pontos da capital sergipana ao longo do dia. Imagens de circuitos internos de segurança de lojas e residências próximas estão sendo analisadas a fim de traçar um possível trajeto percorrido por Carlos Everaldo. A DEACAV também colhe depoimentos de pessoas que possam ter mantido contato com o jovem ou observado sua movimentação.
A ausência de pistas concretas tem ampliado a mobilização popular. Moradores do Lamarão e de bairros vizinhos compartilham fotografias e descrições do adolescente em redes sociais, aplicativos de mensagens e grupos comunitários, numa tentativa de ampliar o alcance das buscas. A família reforça que qualquer informação, por menor que seja, pode contribuir para localizar o menino.
Até a publicação desta matéria, o paradeiro de Carlos Everaldo Santos de Jesus permanecia desconhecido. A Polícia Civil segue analisando imagens, cruzando dados coletados em campo e mantendo contato constante com os parentes, que aguardam por novidades a cada avanço da investigação.